Viviane
Coghi

Pintura como gesto, presença e memória. Corpos que não precisam de rosto para dizer quem são.
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Há um instante entre aquilo que sentimos e aquilo que conseguimos nomear. É nesse intervalo que eu pinto.
Obras em
destaque
Figuras sem rosto, linhas abertas e camadas visíveis fazem da pintura um território de memória. O gesto não busca esconder a imperfeição: deixa que ela permaneça como parte da história.


Corpo‑Vestígio
Entre Silêncio e Memória
Em Corpo‑Vestígio — Entre Silêncio e Memória, Viviane Coghi investiga o corpo feminino como território de permanência, ausência e transformação.
As figuras surgem sem rosto ou com identidades deliberadamente suspensas. Não são retratos. São presenças. Costas, braços, cabelos, vestidos e gestos carregam aquilo que permaneceu depois do acontecimento — marcas que não precisam ser literalmente representadas para serem percebidas.
O silêncio atravessa a série não como vazio, mas como linguagem. Entre óleo, gesto aparente, áreas inacabadas e camadas de matéria, desenho e pintura revelam também suas próprias cicatrizes. Nada é inteiramente apagado. O que veio antes permanece sob aquilo que veio depois.
Assim como acontece com o corpo. O vestígio deixa de ser apenas aquilo que restou. Torna-se prova de que algo atravessou — e de que alguma coisa permaneceu.











Aprendem a habitar o corpo.”
A artista
Viviane Coghi desenvolve uma pintura marcada por camadas visíveis, linhas contínuas, pinceladas assumidas e figuras femininas que transformam postura, cor e silêncio em linguagem.
Seu trabalho investiga memória, corpo, identidade, desejo, ruptura e reconstrução. Mais do que representar uma figura, interessa-lhe registrar aquilo que permanece depois da experiência.
“Não intacta. Mas inteira.”
Contato
Para informações sobre obras disponíveis, exposições e projetos:
contato@vivianecoghi.com.br
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Ateliê Viviane Coghi
Alameda Campinas, 1497 · São Paulo

